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| Sábado, 31 de julho de 2010 |
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29/07/2010 - 14h41
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Banheiro
Aperto debaixo do solo |
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É inacreditável como uma obra do porte do Metrô de São Paulo não dispor de banheiros públicos disponíveis dentro das estações. O cidadão que tiver problemas fisiológicos passa um verdadeiro sufoco. A alternativa, muitas vezes, é sair da estação, procurar um banheiro na rua e voltar para o local pagando uma nova tarifa, um verdadeiro absurdo. Será que, no montante global de despesas para a construção de uma estação, o custo da construção de sanitários encarece tanto? Será que os governantes nunca usaram o metrô?
O mesmo ocorre no Sistema Anchieta-Imigrantes. A Ecovias, que arrecada muito bem, não disponibiliza pontos de apoio com sanitários públicos ao longo das estradas. Assim, o cidadão tem que dentrar em estabelecimentos particulares para poder ´aliviar a tensão` da estrada. Com a tarifa a R$ 18,50 até que não custaria tanto manter banheiros ao longo da pista. É comum depararmos com motoristas urinando junto ao acostamento. |
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29/07/2010 - 14h12
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Eleições 2010
De volta a Santos |
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Nada como campanha eleitoral para que os políticos valorizem a Baixada Santista. Que o diga o ex-governador Orestes Quércia que, durante o seu mandato, preteriu o litoral em detrimento da região de Campinas, terra natal e onde mantém amplos negócios. Neste sábado (31), ele volta a Santos, acompanhado dos candidatos ao Governo do Estado de São Paulo (Geraldo Alckmin) e ao Senado pelo PSDB, Aloísio Nunes, para participar do Encontro Regional dos Partidos Coligados, que acontece no Mendes Convention Center, a partir das 9 horas.
No encontro, que irá reunir lideranças política, candidatos e parlamentares, serão apresentadas as diretrizes básicas para a elaboração de um Plano de Governo para São Paulo e o Brasil. |
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23/07/2010 - 09h10
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Edificações
Mudou de opinião |
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O secretário de planejamento, Bechara Abdala, mudou de opinião. Há duas semanas ele se mostrou contrário à proposta da ex-secretária de Planejamento da gestão Telma de Souza, Lenimar Rios, a respeito da implantação de mudanças na outorga onerosa do direito de construir, que permite ao construtor edificar prédios mais altos caso dê uma contrapartida financeira para construção de moradias populares. Achava que isto adensaria mais tais regiões e provocaria impactos bem negativos.
Agora, em entrevista ao jornal A Tribuna desta sexta (12), ele incluiu a proposta que prevê as mudanças na Lei de Uso e Ocupação do Solo, objeto de discussão nas reuniões dos conselhos municipais de Desenvolvimento Urbano (CMDU) e Econômico (CDES). A mudança prevê que o coeficiente de aproveitamento, que determina o tamanho da área construída em relação à área do terreno, pode ser ampliado de 5 (índice máximo permitido) para 6 na Zona Leste e de 4 para 5 na Zona Noroeste.
A diferença seria acrescida de uma fórmula matemática, cujo resultado prático seria o ônus de prédios mais elevados pagando-se um valor relativamente baixo para os fundos populares - o suficiente para o valor de um ou dois apartamentos ou salas comerciais. Pouco em relação à potencialidade de construção agregada.
A questão é que o instrumento valeria apenas para algumas áreas, chamadas de Corredores de Desenvolvimento e Renovação Urbana (CDRUs), que passariam a ser os eixos Francisco Glicério/Avenida Afonso Pena, Avenida Conselheiro Nébias (entre a linha férrea e o Centro) e as avenidas Nossa Senhora de Fátima e Jovino de Melo (Zona Noroeste).
Assim, se tais mudanças ocorrerem imaginem quanto não irão valorizar os terrenos e imóveis existentes nestes trechos, aumentando a potencialidade de construção e esquecendo que tais vias, por exemplo, são caóticas em relação ao trânsito da Cidade, especialmente a estreita Avenida Conselheiro Nébias, na Zona Leste, e a Nossa Senhora de Fátima. Bom para quem tem terreno/imóvel por lá, que irá valorizá-lo substancialmente... |
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23/07/2010 - 09h03
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Trânsito
E os radares? |
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Com o término das obras da Sabesp há mais de seis meses na Avenida Francisco Glicério, a CET ainda não recolocou no local os radares que funcionavam no cruzamento com a Avenida Ana Costa. Antes da instalação dos equipamentos, o local registrava o maior volume de acidentes de trânsito na Cidade. Com a instalação dos objetos, o número de acidentes caiu.
O esquecimento dos equipamentos também ocorre, apesar da sinalização avisar que o local possui radares, no trecho das avenidas Rangel Pestana e Waldemar Leão, próximo ao túnel Rubens Ferreira Martins, no Jabaquara. A implantação da ciclovia foi o motivo da retirada do equipamento, que por sua vez nunca mais voltou a ser instalado em ambas as mãos desta via. Agora, sem o funcionamento dos mesmos será que a situação melhorou ou mais acidentes continuam ocorrendo? |
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18/07/2010 - 12h07
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Eleições 2010
Patrimônio em evolução |
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O deputado federal Beto Mansur (PP-SP) já é figurinha carimbada para a revista Época, das Organizações Globo. Em 2004, em matéria da jornalista Ana Aranha, a revista denunciou exploração de mão-de-obra escrava em suas extensas fazendas sob o título Nas terras do prefeito, no interior de Goiás. A denúncia ocorreu logo depois da eleição municipal, quando Mansur já estava deixando o cargo de prefeito de Santos (SP). Por sorte, não atrapalhou a escolha popular do agora edil João Paulo Tavares Papa, que, diga-se de passagem, tem uma atuação totalmente distinta em relação ao ex-alcaide. Em todos os sentidos. Na época (sem trocadilhos com a revista), a denúncia causou muita repercussão, por dois motivos: pela exploração da mão-de-obra em si e pelo belo patrimônio apresentado pelo então prefeito em razão de suas fazendas ocuparem áreas superiores ao tamanho da parte insular de Santos (algo em torno de 42 quilômetros quadrados, enquanto somente a parte de Santos na ilha de São Vicente tem 39 quilômetros quadrados, incluindo os morros), além de cabeças de gado e outras benfeitorias. Na ocasião, o promotor público de Goiás disse que pediria esclarecimentos sobre o suposto enriquecimento do prefeito durante o seu mandato. Não se sabe no que deu... O tempo passou e percebe-se que o atual parlamentar continua ampliando seus bens em uma velocidade impressionante. Levantamento divulgado pela revista Época neste final de semana (ed. 635 - pg. 39) o coloca como 13º parlamentar que teve o maior aumento de patrimônio durante o mandato (2006-2010), passando de R$ 11 milhões em 2006 para R$ 16 milhões na atualidade, equivalente a R$ 4,6 milhões de incremento, tirando a inflação do período. Ou seja, um aumento mensal de R$ 100 mil apenas de patrimônio declarado. Portanto, o que está oficializado e em nome do parlamentar. Conforme a publicação, desde 2002, o Tribunal Superior Eleitoral obriga os candidatos a cargos eletivos a declarar bens. Mas a lei tem falhas. Ela não os obriga a repetir a declaração do Imposto de Renda. "É um convite à ocultação do patrimônio", declarou à Época o diretor da ONG Transparência Brasil, Cláudio Weber Abramo. Ou seja, a Justiça Eleitoral não tem, como a Receita, poder ou recursos para checar se os candidatos estão escondendo patrimônio. No papel, portanto, o TSE aceita tudo. Cabe ao eleitor ficar atento.
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14/07/2010 - 16h36
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Construção
Definição no dia 28 |
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28 de julho. Esta é a data final da plenária deliberativa promovida pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano, que irá concluir o projeto a ser encaminhado para as últimas audiências públicas para definir as mudanças na Lei de Uso e Ocupação do Solo, com a conclusão do novo plano diretor. A intenção da Secretaria de Planejamento da Prefeitura de Santos é que o projeto de lei esteja nas mãos do prefeito João Paulo Papa até setembro para envio à Câmara no final daquele mês. O impasse se resume entre visões distintas entre técnicos da atual gestão e ex-secretários do governo Telma de Souza (PT).
A ideia é que, se houver um esforço coletivo, a proposta estaria votada até o final deste ano, algo, que, na prática, é bem improvável, pois, sem dúvida, a oposição deve atravancar a votação caso as propostas elencadas não sejam colocadas em prática. A briga vai ser boa.
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